Olá! (Ainda não me acostumei com isso, não sei como falo com vocês que vão me ler)
Ontem eu não falei praticamente nada sobre mim, apesar de ter contado uma parte das lembranças que fazem parte da minha história. Então, vou falar um pouco sobre mim.
Eu gosto muito de escrever, sobre tudo e qualquer coisa. Não importa o tema, mas, a minha preferência é por escrever coisas simples, com palavras fáceis, bobeiras mesmo, historinhas da vida cotidiana, pensamentos perdidos (as coisas sem nexo que pensamos as vezes). Essas coisas nos fazem pensar e outras mais importantes, e servem para inspirar a fazer muitas outras, tomar decisões, sem que nos pareça que aquilo foi induzido por alguém que tentou nos persuadir. O bom é descobrirmos sem forçação de barra, quando as idéias e conceitos fluem.
Adoro rimas e coisas cafoninhas. E falando em rimas cafoninhas, ontem de madrugada, depois que saí da net, escrevi mais um poeminha do gênero (risos) com vocês...
A puta que pariu
Era uma puta a pobre mulher
Sem posses de grande valor.
Mais que outra coisa qualquer
Buscava quem lhe desse amor.
Muito gentil, doce e meiga
Dava a quem precisasse
Rico ou pobre que fosse
Ao que com ela contasse.
As donas e moças da praça
Esnobavam a puta infeliz
Cuja casa era cheia de traças
E o portão rabiscado de giz
Com o verso que tanto feria
Machucava seu coração
“A puta que ninguém queria
dá amor por um tostão”
Um dia um moço andarilho
Cansado de caminhar
Pediu à puta, auxilio
E esta foi ajudar.
Deu-lhe abrigo e comida,
companhia e “bem querer”
E o moço que teve guarida
Descobre o quão boa é a vida
E que ser é mais do que ter.
Muito grato no dia seguinte
Foi-se o moço pela estrada
E a puta que foi sua ouvinte
Olhava de longe encantada.
Dias se passam, semanas.
Meses de solidão
Aquela mulher tão sofrida
Mantinha seus pés no chão
Sem amparo, sem carinho
Sem um afago ou olhar.
Como um ser vive sozinho
Sem outro ser para amar?
Mas o sol nasce pra todos
Chegou sua vez de cantar
A lua nova no céu
Anuncia quem vai chegar
A pobre mulher da vida
Já pode sorrir feliz
A sorte enfim lhe sorriu
No portão, rabiscado de giz
Lê-se “Puta que pariu”
(Gui. A.)
Ontem eu não falei praticamente nada sobre mim, apesar de ter contado uma parte das lembranças que fazem parte da minha história. Então, vou falar um pouco sobre mim.
Eu gosto muito de escrever, sobre tudo e qualquer coisa. Não importa o tema, mas, a minha preferência é por escrever coisas simples, com palavras fáceis, bobeiras mesmo, historinhas da vida cotidiana, pensamentos perdidos (as coisas sem nexo que pensamos as vezes). Essas coisas nos fazem pensar e outras mais importantes, e servem para inspirar a fazer muitas outras, tomar decisões, sem que nos pareça que aquilo foi induzido por alguém que tentou nos persuadir. O bom é descobrirmos sem forçação de barra, quando as idéias e conceitos fluem.
Adoro rimas e coisas cafoninhas. E falando em rimas cafoninhas, ontem de madrugada, depois que saí da net, escrevi mais um poeminha do gênero (risos) com vocês...
A puta que pariu
Era uma puta a pobre mulher
Sem posses de grande valor.
Mais que outra coisa qualquer
Buscava quem lhe desse amor.
Muito gentil, doce e meiga
Dava a quem precisasse
Rico ou pobre que fosse
Ao que com ela contasse.
As donas e moças da praça
Esnobavam a puta infeliz
Cuja casa era cheia de traças
E o portão rabiscado de giz
Com o verso que tanto feria
Machucava seu coração
“A puta que ninguém queria
dá amor por um tostão”
Um dia um moço andarilho
Cansado de caminhar
Pediu à puta, auxilio
E esta foi ajudar.
Deu-lhe abrigo e comida,
companhia e “bem querer”
E o moço que teve guarida
Descobre o quão boa é a vida
E que ser é mais do que ter.
Muito grato no dia seguinte
Foi-se o moço pela estrada
E a puta que foi sua ouvinte
Olhava de longe encantada.
Dias se passam, semanas.
Meses de solidão
Aquela mulher tão sofrida
Mantinha seus pés no chão
Sem amparo, sem carinho
Sem um afago ou olhar.
Como um ser vive sozinho
Sem outro ser para amar?
Mas o sol nasce pra todos
Chegou sua vez de cantar
A lua nova no céu
Anuncia quem vai chegar
A pobre mulher da vida
Já pode sorrir feliz
A sorte enfim lhe sorriu
No portão, rabiscado de giz
Lê-se “Puta que pariu”
(Gui. A.)
<< Home